quarta-feira, maio 21, 2008

Misogenia no Brasil

Existe ONG para tudo: Índio, preto, criança abandona, criança não abandonada, drogado, preso, traficante, etc. É impressionante como acontecem coisas completamente absurdas e ningué fala nada. Vejam esse trecho sobre o estupro cometido pelo bom selvagem Paulilho Paikan em 1992:

"Agraciado com algumas das condecorações mais cobiçadas pelos ecologistas internacionais - como o Prêmio Global 500 da ONU e o diploma da Sociedade Por Um Mundo Melhor, de Washington - Paulinho Paiakan, cacique da aldeia Aukre dos índios caiapós no sul do Pará, era o símbolo da reserva ética que as matas tropicais esconderiam, um tesouro mais valorizado ainda que seus estoques de plantas e animais. Entre seus admiradores estão o ex-presidente americano Jimmy Carter, o príncipe Charles e o cineasta Ridley Scott, diretor de Alien, o Oitavo Passageiro e Blade Runner, que quer fazer um filme sobre sua vida. Graças aos bons negócios que faz com os produtos de sua tribo, era também um índio de muitas posses, dono de carros, aviões e terras. Com esse currículo, Paiakan fugiu da ECO 92, encontro do qual era uma das presenças mais aguardadas. Em vez de ir à conferência, embrenhou-se nas matas do sul do Pará para escapar da polícia, que o caçava. Ele é acusado de um crime catalogado como hediondo na lei brasileira - o estupro, acompanhado de tortura e tentativa de homicídio, da estudante Silvia Letícia da Luz Ferreira, de 18 anos, filha de agricultores de Redenção, cidade de 150.000 habitantes, 750 quilômetros ao sul de Belém. Letícia foi levada à delegacia da cidade pelo pai e os irmãos. Tinha feridas espalhadas pelo corpo inteiro, sinais de espancamento no rosto, o bico de um seio dilacerado a dentadas. O estado lamentável resultava de uma sessão de tortura que durou uma hora num trecho deserto de uma estrada de terra. O cacique a estuprou com ajuda da própria mulher, Irekran, e na frente da filha mais velha, Maial, de 5 anos."

Texto completo aqui.

O pulha não passou um dia na cadeia: Funai, ONGs, e o caralho a quatro defenderam o direito cultural do índio de estuprar e torturar. Ninguém se pronuncia a favor da garota. A defesa dos direitos das mulheres é uma bandeira de todas as esquerdas do mundo, menos no Brazil.

Aqui violência contra a mulher é valor cultural, basta ver as letras dos RAP. Em ambos os casos a misogenia tem amplo apoio dos intiliquituais das universidades, da Igreja Católica e dos progressitas de esquerda.